O caminho da bauxita nas correias transportadoras

O Brasil é o terceiro produtor mundial de bauxita, e parte deste sucesso passa pelas correias transportadoras. No município de Oriximiná (PA), se localiza a maior mineradora de bauxita do mundo, a Rio do Norte. O processo de produção no local é longo e árduo.

O trabalho se inicia com a exploração da bauxita em três minas, por cerca de 300 trabalhadores em três turnos. A bauxita vai então para as correias transportadoras que levam o material para a planta de beneficiamento, no Saracá. Ali, há um processo de lavagem que tira o rejeito que é levado para os tanques, e a bauxita limpa volta às correias transportadoras para ser conduzida aos vagões dos trens. 

A ferrovia de 35 kilômetros leva o minério ao porto, onde ocorre seu último beneficiamento até ser embarcado nos navios e seguir ao seu destino final. Ao todo, a mineradora conta com mais de 65 kilômetros de correias transportadoras entre as minas e o porto. Sem elas o trabalho seria mais difícil e oneroso. 

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